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abre o azul poema-título |
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| Abre
o azul
De sul a sul De sol a sol Abre-te, Cézamo Abracadabra Abre, vê Abril |
Abre
o azul
Despeja Destranque Sobre a cidade Pelos poros Pelos pólos Toda cor Do corte Azul |
Abre
o azul
Abra ao meio Passe pasta Passeie Pela vasta Noite Abra o quebra Vento As ventas Abertas pelo Azul Abre o azul Entre devagar Divague Sobre a vaga Ali Mente Se Você é um Habitante Do planeta Azul |
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| Abre
o azul
Frente a frente Sabre Sobre Tudo Sóbrio Um de cada lado Pinte-se Para a guerra |
Abre o azul
Abra a mão Feche os olhos Gire Entonteça Deixe cair as moedas As medalhas Os medalhões Os sonhos Os sinos As sombras As sombrinhas As sobras Desse azul São minhas |
Abre o azul
Tire a gaveta A gaivota, a nota Preta Cartola O prato O pires O arco-íris Ozires Azares Lunares Abre o porão O sótão A voz Abre o azul Vê como funciona Queime a mufa Mofe Morfeu Morfológico Mine A máxima Minimize Releve |
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| Abre
o azul
O vermelho O roxo Abra um sorriso Pro coxo Caxias Caixa de banco Usa brinco Botas Borzeguim |
Abre
o azul
Verifique tudo Fique Ciência Instinto Razão Abre Não Abre Babe Não |
Abre
o azul
Abra caminho Para o rei Sem ninho Ou reino Rei urbano Urbanóide Turba em um Tuba Nas idéias Cuba No rum Charuto continua (final) |
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| Abre o Azul é uma publicação da LetraVirtual CiberEditora. Todos os direitos autorais reservados. | ||
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