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ponto de fuga |
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| repente-resposta
a um
poema de um amigo O avesso daquilo que rejeito É o começo daquilo que aceito Pode ser ou não ser ao meu jeito Pode harmonizar, dilacerar Meu peito Aberto em vôo livre ao oposto Aposto no encanto não no posto A viagem: gosto e desgosto Avesso espelhado: céu e mar Um leito |
próximo (duas épicas) | ||||
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Os pequenos dias, os pequenos nadas Impulsionada, celula-se: Nova lufada acende a matéria: Épica da preservação do amor. Sem tragédias. Cotidiano sim. Raios lacerando a voz à flor Da pele, contudo. Vitórias e fracassos comuns. Medíocres. A felicidade boba, banal, amiga A gentileza. A generosidade. Épica da generosidade. O cultivo do jardim possível. A alma. As fomes. A comunidade. O espírito que impulsiona, define Todas as épicas na veia onírica Revigorada a cada leitura A cada viagem próximo (ponto de fuga) |
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Corpo lírico fulgaz Ao sol deixado para trás Por retirantes cegos Do silêncio Me fixo num ponto
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